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Mapa e setor produtivo discutem normas para exportação de gado vivo
Quarta-feira, 09 de Novembro

Padronização das normas operacionais para ambarque de gado vivo é pauta de encontro; consumo e melhoramento genético são questões prioritárias

A ampliação da exportação de gado vivo pelo Brasil está sendo discutida por representantes das superintendências federais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do setor privado e de agências estaduais de defesa agropecuária durante toda esta semana.  Eles estão reunidos no 1º Workshop sobre Exportação de Animais de Produção Vivos, em Belém (PA).  

O objetivo do encontro, que vai até sexta-feira, dia 11, é discutir a padronização das normas operacionais para exportações de animais de produção, incuindo consumo e melhoramento genético; além de atender o compromisso assumido pelo ministro Blairo Maggi de usar o Plano Agro+ para desburocratizar e agilizar as vendas de gado vivo ao exterior.

Segundo a responsável pela Coordenação de Trânsito e Quarentena Animal do Mapa, Judi Maria da Nóbrega, o Mapa está procurando diversificar mercados para embarques de gado em pé destinados ao abate e à engorda em outros países. “O acesso aos mercados importadores de bovinos vivos é estratégico para o Brasil, porque mostra o reconhecimento da boa condição sanitária do nosso rebanho. Além disso, mostra esforços dos setores público e privado em desenvolver ações do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (Suasa)."

De janeiro a setembro deste ano, o Brasil exportou US$ 136,4 milhões de gado vivo, o equivalente a 67,5 mil toneladas, tendo como principal mercado a Turquia.

Fonte: Canal Rural




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